terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Policial militar é preso acusado de praticar crimes homofóbicos em Patos

Transcrição de reportagem:
Pato Online 
http://patosonline.com/post.php?codigo=24891



09 de fevereiro de 2012, 00:33


"O cabo da Polícia Militar José Jorlânio Nunes de Lima, casado, 42 anos de idade, lotado no 12º Batalhão de Catolé do Rocha, porém com atuação na cidade de São Bento-PB e residente em Patos, foi preso na tarde desta quarta-feira (08) acusado de vários homicídios, entre os quais, a maioria praticados contra homossexuais e prostitutas.

Conforme informações do delegado da Homicídios, responsável pelo Inquérito Policial, Hugo Lucena, as investigações sobre os crimes se iniciaram em outubro do ano passado desde que foi divulgada através da imprensa uma suposta prática de homofobia na cidade de Patos.

A prisão do suspeito aconteceu através de Mandado de Prisão expedido por uma das Comarcas sediadas em Patos e foi executada pela própria Polícia Militar, subsidiada pelo comando geral das regionais, através do coronel Almeida Rosas, que acompanhou os policiais que deram voz de prisão ao acusado na cidade de São Bento.

Cabo Nunes evitou falar sobre as acusações contra ele e disse que só falaria em juízo. O delegado disse que paralelo ao Mandado de Prisão expedido pela Justiça patoense contra o policial, também foi expedido um Mandado de Busca e Apreensão. Ao revistar a casa do acusado os policiais encontraram vasto material pornográfico, além de um carregador de arma de fogo.

As suspeitas de homofobia teriam sido através dos crimes praticados contra as vítimas: Deleon Silva Cirilo, Silvanildo de Morais Araújo (dida) e Maria do Carmo Sousa dos Santos (carmecita). José de Arimatéia da Silva (Carol) e José Adailson Marques da Nóbrega (big-big).

Os crimes teriam sido praticados entre os dias 14 e 15 de agosto; 04 e 16 de outubro; 21 de julho; Uma das vítimas, que também é homossexual, que não teve a identidade revelada pelo delegado, sobreviveu ao ataque do suposto 'serial killer' (indivíduos que cometem uma série de homicídios com um intervalo entre eles, durante meses ou anos, até que seja preso ou morto).

Em depoimento que a polícia vinha mantendo em sigilo o rapaz sobrevivente a tentativa de homicídio contou em detalhes como aconteceu o crime em que foi vítima e acusou veementemente o policial como 'o matador de homossexuais na cidade de Patos'.

Fonte: Portal Patos / Mário Frade



PRECISAMOS COMBATER:

O Código de Conduta para os Encarregados da a Aplicação da Lei (CCEAL) diz que os agentes de segurança pública, dentre os quais se encontram os policiais militares, que versa sobre o impacto direto das ações da polícia na sociedade e sobre a importância das tarefas desempenhadas pelos encarregados da aplicação da lei, diz que os agentes devem cumprir sempre o que a lei lhes impõe, demonstrar respeito e proteção à dignidade humana, mantendo e defendendo os direitos humanos, limitar o emprego da força, reiterar a proibição da tortura ou outro tratamento ou pena cruel, desumada e degradante, cuidar e proteger a saúde das pessoas privadas de sua liberdade, proibir o cometimento de qualquer ato de corrupção, opor-se e combater vigorosamente esses atos, respeitar as leis e o próprio código.

Somos profissionais que devem garantir o direito do cidadão e não retirá-lo ou ir de encontro a ele.
Somos importantes para a construção de uma sociedade melhor para se viver.

GT Racismo PMPE: antenado com os direitos e com o respeito a pessoa humana.

GT!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

GT Racismo ministra palestra para o PROERD

Na última quinta-feira, 31 de janeiro de 2013, o GT Racismo PMPE, na figura da 1º Tenente PM Lúcia Helena, ministrou uma palestra para os alunos do Curso de Instrutores do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD) sobre "Racismo nas Escolas".
O curso com duração de 15 dias foi sediado na Academia Integrada de Defesa Social, no Centro de Ensino da Mata, antiga Academia de Polícia Militar do Paudalho (APMP) e contou com a participação de 27 alunos (as), incluindo um Oficial do Rio Grande do Sul. A formatura aconteceu na última sexta-feira, 1º de Fevereiro do corrente ano, no auditório do Centro de Ensino Metropolitano I (CEMET-I).

Confira o Blog do PROERD e as fotos do evento:

http://www.proerdpe.blogspot.com.br/


Palestra
Agradecimento


Turma toda reunida (PROERD)

Cap Delmiro, Cap Fabiano e Ten Jairo Freitas

Cap Fabiano da Brigada Militar do RS foi homenageado pelo Dr. João Evangelista, Gestor de Programas Preventivos da SDS

Mesa de Honra

 É o GT Racismo PMPE convidando todos (as) para uma reflexão quanto ao respeito mútuo entre as pessoas, independente de religião, cor da pele, etnia, sexo, gênero, etc.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

4ª Águas de Oxalá de Limoeiro



 No último dia 13 de janeiro, domingo, foi realizada, na Cidade de Limoeiro, o evento 4ª Águas de Oxalá, promovido pelo Ilê Axé Indanko Fadaká, sob a Coordenação Geral do Pai Alabiyi.

Com o tema “A vida é um exercício de respeito”, o evento reuniu várias autoridades estaduais e municipais, assim como, diversas autoridades religiosas, a exemplo do Sr. Jorge Arruda, Secretario Executivo do Comitê Estadual de Promoção da Igualdade Racial (CEPIR), e assessor especial do governador do estado, Sr. Lúcio Rodrigues, representante do Ministério da Cultura do Nordeste, Sr. Major PM Luan,Coordenador do GT Racismo PMPE, a Srª. 1° Ten PM Lúcia Helena, auxiliar do GT Racismo da PMPE, Srª. Mãe Lua de Bessen, da Associação da Caminhada dos Terreiros de Pernambuco, Sr. Pai Gilmar Camará, do Movimento dos Terreiros de Camaragibe, Srª. Verônica Arruda, da Associação Espírita Adolfo Bezerra de Menezes, o Sr. Crispim, da Igreja Batista Nova Canaã, a Srª. Marta Almeida, do Movimento Negro Unificado (MNU). Participaram ainda os Vereadores limoeirenses Luís do Matadouro e Zélia de Ribeiro do Mel, assim como, várias Iyas (mães) e muitos Babas (Pais) pertencentes a Religiões de Matriz Africana, os quais abrilhantaram sobremaneira o evento.
Nesta edição, as Águas de Oxalá contou com a apresentação do Grupo Paz Capoeira demonstrando o trabalho realizado pelo Sr. Crispim e equipe, assim como, seus alunos. Estando todos de parabéns pela linda apresentação.



O que significa?

As Águas de Oxalá representam um dos momentos mais importantes para o Candomblé e para todos os povos de origem africana. Oxalá, o mais respeitado de todos os Orixás do Panteão Africano, está associado à semeadura da vida na Terra, criador dos seres humanos. As Águas de Oxalá dizem respeito a “lenda dos sete anos de encarceramento, culminando com a cerimônia do ‘Pilão de Oxaguian’, para festejar a volta do pai” (http://caminhosnaumbanda.blogspot.com.br).

Oxalá Guerreiro

Oxaoguian

 
Divulgação

A cobertura jornalística das 4ª Águas de Oxalá ficou a cargo de Carlos Alfeu, jornalista da Rádio Jornal do Commercio (AM 780), Walter Eudes, comunicador social da Cidade de Limoeiro e Gonçalves Filho, da Rádio Cultural (FM 96.3).

Opinião, por Ten Lúcia Helena

A louvável iniciativa do Pai Alabiyi de Limoeiro, devidamente homenageada, inclusive, pelo CEPIR, através da entrega de um certificado das mãos do Sr. Jorge Arruda, visa convidar os cidadãos de Limoeiro, de Pernambuco, do Brasil e quiçá, do exterior sobre a necessidade de romper, de afastar da mente das pessoas o racismo, o preconceito contra minorias e grupos vulneráveis, a exemplo da mulher, das crianças e dos adolescestes, das pessoas com deficiência, dos afro-descendentes, da comunidade LGBTT, dos povos de terreiros, dos ciganos, etc.

A linda Praça da Bandeira concentrou pessoas da Cidade de Limoeiro, da capital pernambucana e de outras cidades vizinhas, a exemplo de Carpina e Camaragibe. Todos os presentes na ocasião estavam indo às ruas com o objetivo de produzir uma consciência nova nas pessoas do público em geral, exigindo o respeito que nos é devido como pessoas humanas que somos e que merecemos, de acordo com a Carta Magna desta nação, tratamento isonômico e primando pelo respeito à vida, à liberdade de crença, à segurança, etc.

Foi gratificante ver a alegria dos povos de terreiro no evento, ao cantar seus cânticos pelas ruas de Limoeiro, ao demonstrar sua cultura tão rica e necessária para a formação da cultura e da identidade brasileiras.

Parabéns, Pai Alabiyi, parabéns Limoeiro e todos que fazem as Águas de Oxalá.

Confira algumas fotos do evento:


Grupo Paz Capoeira


Amarrando o Ojá (pano sagrado), simbolicamente, pedindo respeito entre todos os povos

Mãe Bia de Iemanjá, Mãe Lua de Bessen e Marta Almeida

Sr. Jorge Arruda presta uma justa homenagem aos idealizadores do evento (Pai Alabiyi e sua mãe)

Discurso do Maj PM Luan, Coordenador do GT Racismo PMPE


Pai Alabiyi recebe presente do Pai Glimar de Camaragibe

Iya (Mãe) Bunmi e as águas de cheiro


Axoxo, comida ritualística do Orixá Oxossi: milho com coco









Pai Alabiyi, Coordenador do evento, Iya Judite de Oyá e Ten Lúcia Helena, GT Racismo PMPE



 GT Racismo PMPE contra qualquer tipo de intolerância e pela educação e o respeito sem distinção.

domingo, 25 de novembro de 2012

O GT Racismo participou de mais uma edição da Caminhada dos Terreiros de Pernambuco.




Numa perspectiva de busca pela verdadeira isonomia no nosso país, todos os anos, no início de Novembro, iniciando as comemorações do Dia da Consciência Negra, a Associação da Caminhada dos Terreiros reúne milhares de seguidores das religiões de matriz africana para, partindo do Marco Zero, em direção ao Memorial Zumbi dos Palmares, conhecido também como Pátio do Carmo, na Avenida Dantas Barreto, Recife, mostrar sua luta contra o preconceito, principalmente o de ordem religiosa.
A 6ª Caminhada dos Terreiros ocorreu no dia 05 de novembro do corrente e a Polícia Militar de Pernambuco não poderia deixar de estar presente fazendo a segurança dos seus participantes. 
A PMPE está também na luta contra o racismo. Parabéns Secretaria de Defesa Social, Polícia Militar, 16º BPM e GT Racismo PMPE.

Major Luan, Coordenador do GT Racismo PMPE e demais participantes da Caminhada dos Terreiros


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Seminário Sobre os Povos Indígenas

Em Março do corrente ano foi realizado, na Cidade de Jaboatão dos Guararapes, o 1º Seminário sobre Educação das Relações Éticas na Perspectiva das Culturas Afro-indígenas.
Como não poderia deixar de ser, o GT Racismo PMPE se fez presente no evento.
Confira algumas fotos:









terça-feira, 10 de abril de 2012

Lançamento do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (NEAB/UFPE)

No dia 21 de março de 2012, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na figura do Magnífico Reitor Professor Anísio Brasileiro de Freitas Dourado, e com iniciativa do Centro de Educação daquele estabelecimento de ensino superior, foi realizado o lançamento do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros, NEAB/UFPE.
A solenidade contou com uma caminhada que partiu do Centro de Educação e foi até o Lago do Cavouco, onde foi feita uma justa homenagem ao escultor José Corbiniano Lins, assim como a plantação de um Baobá.
Já no Auditório Professor Carlos Maciel, localizado no Centro de Educação, os participantes do evento puderam contemplar a bela apresentação musical realizada pelo Grupo Korin Orishá, assim como, as falas dos componentes da mesa, dentre os quais se encontravam o Magnífico Reitor da UFPE, Anísio Brasileiro, que presidiu os trabalhos, o Pró-Reitor de Extensão, Professor Edilson Fernandes de Souza, o escultor José Corbiniano Lins, a Professora Dayse Cabral de Moura, a qual, juntamente com o Prof. José Bento Rosas, idealizou e coordena o NEAB; participaram ainda da mesa o Professor Dr. Moisés Santana de Melo (UFRPE), dentre outras autoridades presentes. Este último, Prof. Dr. Moisés Santana, ainda proferiu uma palestra intitulada "Os NEABs no contexto das políticas afirmativas nas universidades". Palestra esta que antecedeu o encerramento da solenidade, que se deu com um coquetel contendo comidas típicas da cultura africana.
A data para o lançamento do NEAB da UFPE não foi escolhida aleatoriamente. O dia 21 de março é considerado, pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, o qual rememora o massacre que resultou na morte de 60 (sessenta) pessoas e centenas de feridos na África do Sul, nos idos de 1960, na cidade de Shapeville, os quais sofreram represália por dar um passo à frente na luta contra o racismo e a opressão sofrida pelo povo negro naquele continente tipicamente negro, paradoxalmente. A violência foi cometida enquanto parte da população negra daquele país realizava uma manifestação pacífica de protesto contra o uso de “passes” para os negros poderem circular nas chamadas áreas “brancas” da cidade.
Hoje, quase 60 anos após, mais uma vez tenta-se dar um passo à frente contra a discriminação racial, mas desta vez, sem agressões físicas e mortes.

O GT Racismo da PMPE se fez presente no local e participou das atividades desse momento histórico na luta contra o racismo em Pernambuco.

Confira as fotos:

Grupo Korin Orishá


Escultor José Corbiniano Lins e a Professora Dayse Cabral de Moura, Coordenadora do NEAB


Componentes da mesa presidida pelo Magnífico Reitor Professor Anísio Brasileiro de Freitas Dourado



domingo, 1 de abril de 2012

Opinião, pelo Sd PM R. Júnior / BPChoque


"Tambores, cantos e danças que nos remetem ao continente mãe, a Mãe África, que no mapa nos parece tão distante, mas que  por um momento está ali aos nossos olhos, em um pequeno “terreiro”, na periferia do Recife, que reproduz essa África longínqua, como em uma viagem no tempo.
Num tempo em que o Brasil dominado pelos Europeus, os quais negavam a identidade, a língua e a fé  aos  humanos trazidos para trabalharem até o esgotar das suas forças vitais.
E era assim com suor, sangue e lágrimas que era produzido o doce açúcar, que adocicava os chás de toda a Europa.
Chicotes, correntes, mutilações e estupros foram usados para desfigurar-lhes, anular a cultura e as lembranças que não estavam escritas em nenhuma publicação, a não ser nos corações e nos olhares saudosos.
E é justamente nos corações, que é verdadeira morada dos Orixás, floresceu a religião hoje conhecida como Candomblé, pois os açoites e os cortes não conseguiram atingir tal crença, pelo contrário, pois a cada golpe, os sonhos e o desejo de liberdade aumentavam  a resistência  aos maus tratos  de uma sociedade racista, que até a existência de um alma lhes negava, impondo seus santos, os quais compunham um sincronismo com os Orixás Angolanos, Jejes, nagôs, etc.
No dia 18 de março de 2012, mais uma vez  em um ”terreiro” localizado na Rua Nilton Carneiro, na UR-2 / Ibura, sob a liderança de Mãe Nadja, de Nação Angola, novamente as pessoas cantam e dançam, porém dessa vez não é um cantar de dor, mas um canto de esperança por dias melhores, de alegria e novamente, como acontece a milhares de anos, Os Orixás manifestam suas forças, não são  deuses  distantes em tronos, em alturas celestiais, mas  deuses que estão ali, dançando e celebrando, rodando junto com idosos e crianças, exaltando a natureza e toda força e a fé de um povo que a trouxe “apenas” no coração. AXÉ !" ( R. Júnior - Soldado PM)










 GT Racismo PMPE: dizendo NÃO à intolerância religiosa.



terça-feira, 20 de março de 2012

GRANDE EVENTO NA SDS

O dia 16 de março de 2012, sexta-feira última, foi uma dia bastante importante para o enfrentamento contra o racismo institucional no Estado de Pernambuco. O auditório da Secretaria de Defesa Social (SDS) recebeu a visita da Exmª. Srª. Luiza Helena Bairros, Ministra das Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República e de várias autoridades do nosso Estado, que se dirigiram até a sede da Secretaria que prima pela segurança em Pernambuco com o fito de realizar diversas atividades, como:
 
1 - A Posse do Grupo de Trabalho contra a discriminação de grupos vulneráveis e o racismo da SDS, instituído pela Portaria da SDS nº 486, de 02 de março de 2012: Ementa - Institui grupo de trabalho que atue contra a discriminação de raça, cor, sexo, idade, consciência, crença, etnia, orientação sexual e identidade de gênero bem como quaisquer atos atentatórios aos direitos e liberdades fundamentais, no âmbito da Secretaria de Defesa Social;

2 - A assinatura de cooperação técnica entre a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB / PE), Conselho de Promoção de Igualdade Racial (CEPIR) e Associação da Caminhada dos Terreiros de Pernambuco; e

3 - Abertura do Curso de Defesa Social e Relações Étnicorraciais e enfrentamento ai Racismo Institucional, para delegadas da Polícia Civil e Policiais femininas da Polícia Militar, com carga horária de 40 horas;
Maj PM Verônica e Ministra Luiza Helena Bairros

Com o Exmº. Sr. Wilson Damázio - Secretário de Defesa Social
O evento foi idealizado pela CEPIR, na figura do seu Presidente, o Sr. Jorge Arruda. O Grupo Cultural do Centro da Juventude da Comunidade de Santo Amaro abriu a cerimônia realizando uma apresentação musical, contendo instrumentos de percussão, saxofone e até a apresentação de uma música inédita no ritmo de Rap versando sobre a temática do racismo, drogas, homo fobia e suas formas de combate.

Grupo Cultural do Centro da Juventude da Comunidade de Santo Amaro
Além das autoridades acima descritas, compuseram a mesa ainda o Sr. Manoel Carneiro, Chefe da Polícia Civil, a Exmª. Srª. Laura Gomes, Deputada e Secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, o Sr. Henrique Mariano, Presidente da OAB/PE e o Sr. Marco Aurélio.

Sr. Thomaz Xavier, Coordenador geral da ouvidoria da SDS, a Srª. Maj PM Verônica, Coordenadora do GT Racismo PMPE
Participaram ainda do evento o Sr. Thomaz Xavier, Coordenador geral da ouvidoria da SDS, a Srª. Maj PM Verônica, Coordenadora do GT Racismo PMPE, juntamente com o Sr. Maj PM Luan e da 1º Ten PM Lúcia Helena, componentes do grupo da PM, as Delegadas Lenise Valetim e Marluce Ferreira que compõem o GT Racismo da Polícia Civil, o Sr. Padre Clóvis Cabral da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), onde o curso supracitado será realizado, a Srª. Elza Torres, representante dos Terreiros de Pernambuco.

Representação do BPChoque no evento
Delegadas Lenise Valetim e Marluce Ferreira
Mais uma vitória da SDS - PE e de toda sociedade pernambucana contra a intolerância, o preconceito e o racismo institucional.